3h atrás
Ações da Palantir (PLTR) caem 3,47% em 1º de setembro e fecham a US$ 179,92 com venda de papéis de IA pesando mais que acordo TITAN do Exército
As ações da Palantir (PLTR) recuaram 3,47% em 1º de setembro de 2026, para US$ 179,92, em meio a um movimento de aversão a risco que pressionou papéis de infraestrutura de IA e ações com valuation elevado. O texto analisa o que moveu a sessão, o contexto do negócio e os níveis de preço que balizam a próxima decisão de negociação. A leitura é de que o mercado busca estabilização acima da mínima do dia e a retomada de resistências próximas antes de tratar o recuo como contido.
3h atrás
4h atrás
Ações da AST SpaceMobile caem 5,58% em 1º de setembro e fecham a US$ 55,80 com temores sobre juros e financiamento
A AST SpaceMobile (ASTS) caiu 5,58% e encerrou a US$ 55,80 em 1º de setembro de 2026, pressionada por preocupações com juros mais altos e com a sensibilidade de financiamento de um projeto de satélites intensivo em capital. O texto avalia a leitura para o pregão e os riscos por trás dessa interpretação. Também destaca os níveis técnicos que investidores estão acompanhando.
4h atrás
4h atrás
Ações da Strategy (MSTR) caem 6,06% em 1º de setembro e fecham a US$ 124,88 com onda de liquidações no mercado cripto
A Strategy (MSTR) recuou 6,06% e terminou a US$ 124,88 em 1º de setembro de 2026, após uma venda forte no mercado cripto pressionar ações ligadas ao bitcoin. O movimento colocou pressão direta sobre papéis com exposição ao ativo, como a própria Strategy, que mantém bitcoin no tesouro. O texto discute a ligação reportada, suas limitações e os níveis técnicos que podem influenciar o próximo movimento.
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4h atrás
7h atrás
Ações japonesas despencam com alta do petróleo após conflito EUA-Irã; juros de títulos sobem
As ações japonesas caíram forte na quarta-feira após a escalada do conflito militar entre Estados Unidos e Irã, com o Nikkei 225 recuando 2,95% para 64.254,56 e o Topix caindo 2,37%. A alta do petróleo aumentou preocupações com o crescimento e elevou os rendimentos dos títulos, pressionando especialmente tecnologia e chips, com o SoftBank Group recuando mais de 6%. Em contraste, farmacêuticas defensivas avançaram.
7h atrás
7h atrás
Petróleo sobe após EUA atacarem petroleiros iranianos e elevar risco no Estreito de Hormuz
Após ações dos EUA contra petroleiros iranianos, aumentaram os temores de interrupção de oferta no Estreito de Hormuz, levando o WTI a US$ 91.05 e o Brent a US$ 95.68. Desde a retomada das hostilidades, os dois referenciais acumulam alta de cerca de US$ 5. Dados da API apontaram queda de 2.6 million barrel nos estoques de petróleo dos EUA, enquanto outros 3.1 million barrels foram retirados da Strategic Petroleum Reserve para apoiar os estoques comerciais.
7h atrás
7h atrás
Sensex abre em queda de 700 pontos e Nifty recua com escalada de tensões entre EUA e Irã; petróleo perto de US$ 100
A escalada das tensões entre EUA e Irã pressionou o mercado indiano, com o Sensex caindo 700 pontos e o Nifty recuando, enquanto a maioria dos índices setoriais teve baixas acima de 1%. O Brent avançou para a faixa de US$ 91-94 por barril, no maior salto em mais de um ano, após a retomada de confrontos militares diretos e o colapso das expectativas de reabertura do Estreito de Ormuz. Analistas afirmam que, se o petróleo não superar US$ 95, o impacto sobre as ações indianas tende a ser limitado. Eles acrescentam que cada alta de US$ 10 no preço médio do petróleo geralmente amplia o déficit em conta corrente da Índia em 30 a 40 pontos-base do PIB e eleva a inflação.
7h atrás
7h atrás
Petróleo sobe para máxima de quase seis semanas com escalada do conflito entre EUA e Irã
O Banco Central da Nova Zelândia elevou a taxa em 25 pontos-base para 2.75%, e o presidente afirmou que as condições monetárias ainda seguem acomodatícias. Na Austrália, o PIB do 2º trimestre cresceu 0.4% na comparação trimestral, acima do esperado, mantendo em foco a possibilidade de nova alta de juros em setembro. No Japão, o presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda, sinalizou novas altas, mas alertou para os riscos acumulados, enquanto o diretor Hajime Takata defendeu ajustes ágeis diante do risco de inflação mais alta.
7h atrás